domingo, 17 de junho de 2018

FC Nossa Estrela



Votação Vlad - Prêmio Extra 2018


Sorteio - Camiseta Carminha(09/03)

 


 "Eu sempre quis ser mãe.... desde que eu nasci que eu penso nisso... quando Ele quiser, aqui tem um corpo" 
Adriana em 1997 sobre o desejo de ser mãe



Taís Almeida 
Adm.


“O que me encanta em Adriana, entre outras coisas, é a forma como ela conduz tudo a seu redor. É pelo afeto que ela se relaciona, trabalha, educa, namora, cobra”
Vladimir Brichta
Grupo no Facebook  - 833 membros (12/03/18)-4
Página do Facebook - 1.132 curtidas (12/03/18)+13
1.124 seguidores (12/03/18)+13
Canal no Youtube
2018
Março

682-730 inscritos (4/02/18)+48



 674 - 682 inscritos (5/1/17)+8 

Face - administrado por Graziela Nazari
Twitter1
Twitter2
(4/02/18)


(9/10/17)

(3/9/17)


(21/8/17)

(4/8/17)
 Insta

Administrado por Isabel Sousa Dias e  Yasmin Andrade

Blog criado por Patrícia Montoia- Dreams: Faz-te Sentido
Agradecimento 
 Página do youtube de Narjara Turetta







Vencedores
"Apaixonada por suas escolhas, linda...O mistério a acompanha, como uma Caixa de Pandora que já me devorou faz tempo."
 "Eu sou o que cata a poesia que ela entorna no seu dia a dia"
Vladimir Brichta, em 2012

 Imagem enviada por Gabriela Alexandra da Silva



Em nome do Nossa Estrela, peço a todos os fã da Adriana e a todos que admiram o trabalho dela que mandem energias positivas e orem pelo estado de saúde de seu sobrinho e afilhado, Giuliano Castro. Giuliano sofreu um acidente de carro no dia 3 de janeiro de 2017.
Mais detalhes sobre o acidente na QUEM

 #ForçaGiulianoCastro
Adm



Perfil Fake da Adriana no Twitter - DENUNCIEM e COMPARTILHEM avisando que não é a Adriana! Pedido feito por uma pessoa ligada a ela!
Adriana NÃO tem rede social!
(5 de setembro de 2017)


 Prêmio Faz Diferença  2016


Prêmio Quem 2016 (votação encerrada)

  Melhores do Ano 2016

 

Votação do Twitter Melhor Atriz 2016




Prêmio Extra 2016
Adri é a VENCEDORA!



 Adri, sua linda! Obrigada, muito obrigada pelo seu carinho! Te adoro!!
 


(Cinema) Canastra Suja 2016




 


Canastra Suja no FICA (Festival Internacional Colaborativo Áudio Visual)

2 de dezembro de 2017





Trailer Oficial


Montagem feita por Caio Sóh 
Festival FICA- 2 de dezembro de 2017

Filme estrelado por Adriana Esteves e Marco Ricca terá primeira exibição no Rio







O filme “Canastra Suja”, de Caio Sóh, fará a sua primeira exibição no Rio de Janeiro no próximo sábado (2), às 20h30, no FICA (Festival Internacional Colaborativo Audiovisual), no ODEON.
A produção, prevista para chegar ao circuito comercial em 2018, tem sua história protagonizada por Adriana Esteves, Marco Ricca, Bianca Bin, a Clara de “O Outro Lado do Paraíso”, Pedro Nercessian e Cacá Ottoni.
 Facebook
40º Mostra de Cinema de São Paulo 2016
Com a fofura Bianca Bin
É amanhã (29/10/16) - Canastra Suja tem sua estreia na Mostra!! E eu estarei lá, garantindo minha presença em prestigiar esse filme que está sendo muito elogiado pela crítica e, claro, o trabalho da minha LINDA Adriana e do Marquinho!


  
 FILME MARAVILHOSO! Tive o privilégio de assisti na Mostra e AMEI! O filme é repleto de cenas tensas tanto quando os personagens estão interagindo uns com os outros quando cada personagem está em seu momento individual. TODOS os personagens têm função fundamental pra todo o enredo. Há muitos momentos de suspenses nesse drama focado numa família simples e, que aparentemente, se respeita. A relação conturbada só é mostrada logo no início entre o filho com o pai - dos demais, parece que está tudo bem, SERÁ? A personalidade de cada membro da família vai sendo mostrada, ao longo do filme, de forma forte pra uns e sutil pra outros...o que dá o tom de suspense e surpresas, MUITAS SURPRESAS! Eu mesma, q amo filmes desse gênero, fiquei chocada com cada revelação que ocorria com os envolvimentos dos personagens e nas personalidade deles, não imaginava tal desfecho pra certos personagens e, esses desfechos se concretizam até o último segundo do filme, o que não é uma tarefa nada fácil pra um filme de suspense manter as surpresas escondidas até o momento em q aparecem os créditos finais! Uma das surpresa é: QUEM SERÁ O FAMOSO CORINGA QUE VAI SUJAR ESSA CANASTRA? 

Atuações brilhantes de todos do elenco, em especial Marco Ricca, Adriana Esteves, Pedro Nercessian, Bianca Bin e Cacá Ottoni. A escolha dos atores pra serem os filhos foi mega acertada. Além do 3 atores estarem brilhantes em seus papéis, Pedro, Bianca e Cacá são parecidos fisicamente, pareciam irmãos de verdade! Parabéns a todos os envolvidos nesse projeto que já é um dos meus filmes preferidos do gênero drama/suspense.

  Irei colocando a partir de 2ª feira - 31/10/16 - fotos e vídeos que fiz do evento.
Taís Almeida Cardoso

Canastra Suja

 Domínio cênico de uma cartada de mestre

24 de outubro de 2016
Filmes são feitos para enganar. Afinal, cinema é mentira. Resta saber se a intenção do realizador é que os personagens enganem o espectador, ou que o filme engane os personagens junto com o público, de modo tão natural que ninguém perceba que foi ludibriado… Ao menos esta é a naturalidade que quase todo realizador almeja, tocando uma emoção verdadeira na plateia, independente de quais artifícios farsescos sejam necessários para tanto. Eis que o diretor Caio Sóh, agora com uma trilha de três longas premiados na carreira, aporta com seu quarto inédito e exclusivo “Canastra Suja”, que, como o nome já diz, acarreta que seus personagens façam parte de um jogo como cartas onde nem eles mesmos nem o espectador sabem qual será a próxima jogada.

Numa história tão intrincada, dizer qualquer coisa a mais sobre a trama poderia prejudicar a experiência da projeção, então bastando adiantar que se trata de uma família disfuncional cercada de enganos, cada membro em autonegação ou escondendo um segredo. A partir daí, o psicológico de cada um será testado, pois não necessariamente o segredo que pensam estar descobrindo uns dos outros pode ser o que de fato está acontecendo em cena. Por isso a própria estrutura do filme é dividida em capítulos como movimentos de um jogo de cartas, e nisto Caio pega uma leve inspiração nos textos de Tenesse Williams para falar dos personagens com psicológicos marginais, que fazem jogos de cena no palco, invertendo quem domina e quem subjuga, como “Gata Em Teto de Zinco Quente” e “Um Bonde Chamado Desejo”, só que aqui Marco Ricca seria a mistura entre Stella e Blanche, e Adriana Esteves é que seria Stanley.
Tudo começa num primeira sequência arrasadora, com uma câmera subjetiva mostrando um personagem incógnito ser recebido de volta num casa partida, com muitas cabeças baixas, não se sabe exatamente o porquê, se de indiferença, arrependimento ou despeito. A trama volta no tempo para mostrar como o patriarca da família evoluiu na superação do alcoolismo, sendo buscado pela esposa e filhos se esforçando para lhe dar suporte emocional numa reunião no AAA. Vale mencionar que os membros da reunião são alcóolatras de verdade em recuperação, com depoimentos reais emocionados e emocionantes, que claramente afetam tanto o personagem quanto seu ator, Marco Ricca, numa cena espontânea e visceral. E este sentimento de identificação do ator com este quase laboratório de interpretação verídico, filmado em cheio, por incrível que pareça não contrasta com o resto da trama ficcional, e sim vem muito a calhar com o processo de projeção do espectador espelhado em seus personagens. O maior trunfo do cineasta é que todos ali na tela poderiam ser como eu e você, falhos e humanos na medida.  Ainda mais para Marco que terá em seu papel um traço Shakespeariano de “Rei Lear”, onde pode começar a enlouquecer pela possibilidade de ser traído por seus filhos, clara metáfora do crescimento quando os jovens desejam declarar uma independência que renega as gerações anteriores…

Com um elenco só de feras, como Adriana Esteves, Marco Ricca, Emilio Orciollo Netto e Milhem Cortaz, é no roteiro que Caio costuma primar seu talento como realizador autoral, porém eis que aqui ele reinventa seu uso de câmera. Se suas raízes são muito fincadas no teatro, o que o fez experimentar com opostos em seus últimos dois filmes pantomímicos, o brilhante “Minutos Atrás” e o lúdico “Por Trás do Céu”, respectivamente com panorâmicas e planos fixos no primeiro e closes e câmera na mão no segundo, desta vez preferiu puxar para uma linguagem mais documental, veraz, para que as reviravoltas fossem ainda mais fluidas e naturais. Esta troca de câmera é crucial para entender a troca de personas em seu elenco. É proposital enganar com quem e como se dá o antagonismo de cada cena, pois a narrativa coral de vários protagonistas espargidos deixa momentos para cada um brilhar. Não só o personagem colossal criado por Marco Ricca, de vários enganos e injustiças que um alcóolatra pode cometer à sua família ou a si mesmo, ou que a sociedade possa cometer com ele, mas também na personagem da matriarca criada por Adriana Esteves. A atriz não só está mudando a face da interpretação na TV com personagens como a da novela “Avenida Brasil” e a minissérie “Justiça”, como no cinema com “Real Beleza” e agora coroando a cereja do bolo em “Canastra Suja”. São tantas camadas quebrando o atual arquétipo de ‘bela, recatada e do lar’ que o talento de Adriana por si só é a epítome da evolução da mulher brasileira no mundo.
Outra característica na carreira do diretor que traz um olhar apurado para a linguagem cinematográfica é a pintura, pois inúmeros enquadramentos possuem movimentos quase como de pinceladas, há de exemplo o travelling em torno da quadra na pracinha onde a garotada vai jogar, numa cena tensa entre o pai, o filho e o espírito santo…quer dizer, o melhor amigo negro do filho, onipresente na trama de várias formas a quebrar estereótipos e colocá-lo na pirâmide social acima do amigo branco desempregado e sem ideais – uma dura crítica à elite branca-masculina-heteronormativa que predomina até os dias de hoje. Ou também advém da pintura as molduras de takes que Caio prioriza para enquadrar as cenas, sempre brincando com a ordem de prioridade entre primeiro e o segundo plano, bem como o extracampo, exemplificado na incrível cena em que se descobre um dos segredos da personagem de Adriana Esteves, onde esta fica bastante vulnerável aos barulhos que vem de fora da casa. Mas é de dentro do lar, com suas portas e janelas, que pode ocorrer o maior dano conforme a câmera se afasta e revela apenas aos poucos o quanto mais havia riscos a correr por um vício…

Enfim, afastando-se da mise-en-scène de tom mais lúdico e teatral dos dois filmes anteriores, acertados na seara circense que resgatava a magia no cinema brasileiro de “Matar ou Correr” ou “Saltimbancos Trapalhões”, Caio retoma a sobriedade das reviravoltas de roteiro e de alma dos personagens urbanos como de sua laureada obra de estreia, “Teus Olhos Meus”. Com a diferença de agora possuir mais credibilidade no meio e, mesmo mantendo uma produção totalmente independente e sem estúdios, apesar dos atores globais que embarcam na amizade da ousadia artística, claramente o diretor alcançar uma maturidade e recursos muito maiores para fazer de “Canastra Suja” um elegante clímax em sua carreira. Melhor do que isso, mantém a tradição de revelar novos talentos ou de ressignificá-los cenicamente como com os jovens Bianca Bin e a revelação Pedro Nercessian. Tanto quanto aproxima os espectadores tão reticentes em ver cinema brasileiro nas telonas com atores conhecidos do grande público, e tramas ágeis e inteligentes, para casar o cinema autoral com o circuito comercial em potencial, que só foi abocanhado pela primeira vez após tanto tempo com o sucesso híbrido do ano passado, “Que Horas Ela Volta?”. Pois agora é a hora e a vez de “Canastra Suja” ser o Coringa que quebrará a banca.

Mostra de São Paulo 2016
Canastra Suja (idem)
Brasil, 2016. 120 min
De Caio Sóh
Com Adriana Esteves, Marco Ricca, Bianca Bin, Pedro Nercessian, Milhem Cortaz, Emilio Orciollo Netto

Avaliação Filippo Pitanga





Adriana irá contracenar com Marco Ricca

Vídeos
1º Teaser

 Vídeo mandando por Raquel Moura do Amaral - Parauapebas (PA)

 

 


Canastra Suja 
 Direção  Caio Sóh
  • Escrito por Caio Sóh
  • Produzido por Movimento Bruto de Cinema / Republica Pureza


    Elenco

    Adriana Esteves - Maria
    Marco Ricca - Batista
    Bianca Bin - Emília
    Pedro Nercessian - Pedro
    Cacá Ottoni - Ritinha























    Foto de Bastidores com a presença de Tom Karabachian com microfone na mão, em frente à Adriana. Ele é afilhado da Adri e do Marco e foi visitar os padrinhos nos bastidores.
















    Adriana Esteves vive par com Marco Ricca no filme ‘Canastra suja’

    Mal encerrou seus trabalhos em “Babilônia e Adriana Esteves já está de volta ao batente. Desta vez, no cinema. A atriz é protagonista do filme “Canastra Suja”, de Caio Soh, ao lado do ex, Marco Ricca.
    Os dois, que não trabalham juntos desde 2003, quando fizeram parte do elenco de “Kubanacan”, vivem marido e mulher no longa, que começou a ser rodado essa semana no subúrbio do Rio. Enquanto isso, Vladimir Brichta, o atual companheiro de Adriana, começa a dar vida ao palhaço Bozo no longa “O rei das Manhãs”.
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    Na trama dirigida por Caio, uma família do subúrbio carioca é regida por Batista, um pai que usa dos piores meios para não perder o comando sobre a mulher e os filhos, interpretados por Caca Otoni, Bianca Bin e Pedro Nercesian.


     Foto do Insta de Caio Soh, mandada por
    Mariana Lourenço Redondo - Lisboa (Portugal)
 O filme “Canastra Suja” está profundamente ligado a certa noção de trágico, tanto pela perspectiva pessimista com que a vida é retratada no convívio familiar quanto pelo final de queda a que suas personagens estão sujeitas.
Para isso, o filme utiliza os conceitos filosóficos de trágico, vinculando-os à estrutura de tragédia moderna,representada em uma reflexão dramática sobre o mistério da bondade humana.


Uma família do subúrbio carioca é regida por Batista, um pai imponderado que usa dos piores meios para não perder o comando da família. Diante dessa opressora conduta do patriarca, todos da casa acabam desandando suas vidas, optando por caminhos subversivos para manter o convívio ou, se livrar dele de vez.


Despedida - último dia de filmagens (05/10/15)

As Meninas
Tiradentes
O Trapalhão e a Luz Azul